quinta-feira, 22 de abril de 2010

Minha paixão - a canela de ema

Hoje eu li uma matéria, no Jornal da Casa, no site da Leroy Merlin, onde a paisagista Roberta Martins fala da importância de usarmos plantas nativas nos nossos jardins. Concordo plenamente, não apenas pelos motivos que ela enumera - facilidade de manutenção por causa da adaptação ao clima e evita prejuízos para a fauna, que poderia se prejudicar pela presença de plantas exóticas. Eu acrescentaria a beleza.
Vejam o detalhe desse pequeno jardim da cabana da árvore, que eu projetei e executei ajudada pelo nosso primeiro caseiro, o Gilson. A yuca(?) ao fundo, eu adquiri na Leroy. As outras vieram há anos da casa da Vera Lúcia Dutra, no Lago Norte, deram filhotes no Park Way e eu as trouxe de lá.


A canela de ema é realmente belíssima, temos muitas nativas aqui na Armação e elas são meu xodó. Não passa mês sem flor. Dura poucos dias, mas o espetáculo é garantido.


Claro que as plantas do cerrado tem uma beleza peculiar, porque não são exuberantes como as espécies da mata atlântica, mas eu me dei esse desafio, de buscar composições. Aprendiz que sou, tenho buscado complacência com meus erros, como por exemplo, as roseiras que realmente não ficaram bonitas onde as plantei, nem tenho coragem de fotografar. Já as bromélias que adquiri da Universidade de Viçosa, ficaram bem interessantes na lateral da casinha de tijolos.

Plantei ipês em volta da chácara toda e recentemente ganhei umas mudas do pessoal da SAGRES, já estão crescendo lindas nas latas, no viveiro. Vamos indo....

terça-feira, 6 de abril de 2010

Flor do mel, a visita da Estrela e a iris da Corina

Eu sempre tive paixão por essa planta, com suas flores amarelas e um cheiro doce de mel. Meu amigo Davi me fez uma muda, daí fiz outras, a Amanda pegou uns restos de poda de um vizinho e voilá... estão lindas. E temos muitas mudas nas latas. As que ficaram no PWay estão enormes, as latas caíram com o peso.




Teve visita neste feriado, o dono precisou viajar e ela ficou por lá. Gostou. No Park Way ficava agitada, chorava, reclamava. Talvez seja o fato de não ter mais concorrência, já que nossa querida Lua se foi. Agora, como está ceguinha, dá trabalho, a bichinha. Não pode soltar, porque some ou se machuca. Aí a gente põe uma corda comprida e ela se enrola em tudo, arranca as mudas... enfim. Ah, tivemos outras visitas, claro, além da Estrela. A Armação sempre tem boa mesa. Mas agora vou mudar a estratégia, chamar os amigos e amigas para cozinhar. Enjoei da minha comida.






Ei, dá pra acreditar que essa maravilha era um vaso de flores há poucos meses?




É muito legal... qualquer vaso de flores que você replantar vira uma beleza. Ainda mais com a chuva gostosa que tem caido. Só as orquídeas é que perdem logo as flores, qualquer hora vou fazer um orquidário com teto ripado. Mas essa íris adorou o local. E olha que venta e pega sol da face norte.

Por hoje é só. Depois postarei as fotos da horta nova, na mandalla. Quero transferir toda a horta para lá e plantar bastante guandu na horta atual, para ter massa verde e alimentar meu futuro galinheiro. Os ovos ficam com a gema bem avermelhada. Além do mais, guandu é gostoso, colhido verde. É que vem aí a seca e quero racionalizar o uso da água, concentrando a irrigação só na mandalla.
Espero em breve implantar umas barraginhas, aqui tem enxurrada. E minha captação de água da chuva ainda não está concluida, a armazenagem é complexa. Mas chego lá. Com amor e paciência (até parece que sou paciente....)
Tânia